8.4.11

Vende-se cervejaria bem Devassa


Heineken, AmBev, Miller e Carlsberg entram na disputa pela Schincariol. A venda do controle da Schincariol seria a consequência de uma série de problemas que a cervejaria enfrentou nos últimos anos. 

O interesse desses grandes grupos estrangeiros explica, em parte, porque a família que controla a Schincariol avalia sair do negócio de cervejas. O mercado talvez tenha ficado grande demais para um grupo independente, com atuação nacional, e os investimentos para ganhar qualquer ponto de participação de mercado são elevados. 
Somadas, as marcas do grupo Schincariol tem cerca de 10% do mercado brasileiro. As principais delas são a Nova Schin e a Devassa. Com 13 fábricas, a empresa ocupa uma posição no mercado muito próxima ao grupo Petrópolis, que tem quatro fábricas. “Isso mostra uma ineficiência da empresa. Ela não consegue administrar bem seu mix de marcas” afirma um funcionário da empresa.

Com o lançamento da Devassa, a empresa fez uma nova tentativa. Até agora, o investimento não resultou em ganhos relevantes de market-share. A Devassa tem apenas 0,2% do mercado.

Agora uma dúvida que está correndo entre os consumidores é se quem comprar a Schincariol vai manter as receitas e a qualidade das cervejas. Na verdade minha maior preocupação é com a Eisenbahn.

Se for para dar um palpite eu aposto na Heineken. Afinal ela está querendo ganhar mercado no Brasil e essa compra seria um bom começo.



Um comentário:

  1. “Isso mostra uma ineficiência da empresa. Ela não consegue administrar bem seu mix de marcas”

    Para mim essa frase é um bom resumo do problema Schin.

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